quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Regresso ao "lar doce lar"...

Regressámos ontem de Aveiro.
Tivemos sorte por não ter chovido durante todo o dia, no entanto hoje de manhã estava um calor incomodativo mas agora está mais para chuva que outra coisa.
A viagem correu bem dentro do horário previsto e o cansaço instalou-se ao chegarmos a casa.
Soube imensamente bem dormir na minha cama fofa. 
Não restam dúvidas que não há nada como a nossa casa, seja ela mais rica ou mais pobre que a dos outros, o conceito da eterna frase impera:
Lar Doce Lar.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Melhor dia após dia...

Resolvi permanecer em casa e melhorei da constipação consideravelmente.
O tempo virou completamente de pernas para o ar.
Esteve uns dias óptimos dum calor de Outono - até durante o funeral do meu avô - e agora está um temporal terrível em todo o país.
Queríamos regressar a casa amanhã mas não parece ser possível, pois além de não termos trazido roupa de Inverno, estamos muito fragilizados dos brônquios o que será uma exposição arriscada à intempérie instalada.
Amanhã veremos o que se resolve.
Quanto a mim, estou em pulgas para regressar a casa; casa essa que tanto adoro, onde tenho todas as minhas paixões, onde está o meu pequeno mundo - apesar de a cidade ser detestável e de igual forma as pessoas que nela habitam - apesar de sentimos que o nosso espírito pertence inteiramente ao norte e não ao sul. 
Seria muito bom se pudesse transportar o meu mundo para onde fosse o local ideal.

domingo, 7 de novembro de 2010

Que constipação terrível...

Eu, a minha mãe e o meu sobrinho fomos passar ao Porto por duas horas apenas.
Fomos de comboio até São bento, comemos no McDonalds na Praça dos Aliados, andamos a passear um pouco pela Av. dos Aliados, e por fim subimos a íngreme rua da Torre dos Clérigos.
Adorei o passeio, tirei montes de fotos óptimas, os edíficios antigos têm um je ne sais quoi que me fascina, a minha mãe estava encantada por estar na cidade onde nasceu e na minha companhia, - um dos meus sonhos é subirmos de barco o rio Douro durante dois ou tres dias com dormida na Régua, é admirável a obra da mãe natureza por estas passagens - dado que eu nunca tinha estado na cidade do Porto.
Apenas uma vez passei um breve momento pela zona da Boavista, mas não deu nem para aquecer o lugar.

No cimo da Torre dos Clérigos, sentamo-nos na esplanada dum café para tomar o dito cujo, quando derrepente o destino me prega uma partida:
- Sopra um vento frio que me constipa valentemente sem que tenha dado por isso, e cáio doente durante estes dias que por aqui estou.

sábado, 6 de novembro de 2010

Num minuto é a vida...


Entrada no Desconhecido ...
 glitter-graphics.com
Num minuto estamos vivos; no minuto seguinte tudo mudou, acabou ?!
Estou em Aveiro, em casa da minha tia, com a minha mãe e o meu sobrinho, viemos no dia 3 pelas piores razões: - já não tenho avós, faleceu o meu avô materno aos 85 anos de idade, feitos a 8 de Agosto, signo Leão.
Faleceu no mesmo dia do mês do meu querido pai - dia 3 - e a noticia chegou à mesma hora que o meu pai faleceu - pelas 8:00 horas.
Coíncidências ???


Certo é que, fazendo fé nas palavras do consagrado paranormal John Edwards - em cujas palavras por si proferidas estão implícitas a sua seriedade e o imenso respeito pelos que partiram e pelas famílias que se debatem com o tremendo processo emocional que é o estado de luto - o meu avô estará junto da minha avozinha, do meu pai e de outros familiares e até do cão que também morreu dias após a minha avó ter falecido.

Árvore da Família Além Vida...
É curioso que aos nossos olhos o cão não poderia saber do falecimento da minha avó, porém nos dias seguintes manteve um ar muito triste, deixou de comer e ao invés de ladrar fazia um ruído estranho, como um baixo lamento de um agudo sofrido, até que por fim também partiu para junto da sua dona preferida.
Se em vida o cão foi a companhia da minha avó, na morte quis perdurar nessa mesma condição.
São situações deveras estranhas e muito curiosas.

O meu avô no dia anterior à sua morte, esteve relativamente calmo e grato pela presença dos filhos, pois encontrava-se hospitalizado por uma segunda pneumonia associada à fatal doença designada por coração dilatado, que viria a ser a causa do seu falecimento.



Há algum tempo que tentei preparar a minha mãe para o pior desfecho - se acaso é possível ser-se preparado para a morte do nosso pai - pois as informações que obtive na net, nada poderia ter sido feito na idade avançada do meu avô.
Proporcionar-lhe a melhor qualidade de vida - o que no caso em concreto foi extremamente difícil por o meu avô ter um génio tremendo - era o objectivo premente.
O meu avô foi até ao fim sempre igual a si próprio, apesar do penoso sofrimento patente no seu rosto, devido à excessiva falta de ar, não deixou nunca de ser «ele próprio».


Penso que estará numa imensidão de conhecimento, de beleza, de sabedoria... como tanto gostava.
Quem sabe se está envolto na harmonia que em vida não foi capaz de realizar nem de transmitir para que possa proteger-nos a todos enquanto por aqui estivermos.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Halloween (?) por aqui...


glitter-graphics.com 

... Pode-se dizer que por cá Halloween são todos os dias, claro que daquela forma que não se gosta, em que nos sentimos rodeados de bruxas e bruxarias da pior espécie, basta olhar para a cambada no governo e restantes batráquios na Assembleia da República.
Acho imensa piada ao Halloween mais até que o Carnaval, no que toca aos disfarces claro, pois em questões de significados e origens e essências penso estarem em campos opostos.

A minha mãe foi passar a tarde no cemitério, colocar bonitas flores na campa do meu pai. Amanhã irá novamente mas acompanhada por mim.
Gostaria de ter estado presente na tarde de hoje, não pelo simbolismo religioso que o dia 1 de Novembro acarreta mas porque  homenagear o meu pai na companhia da minha mãe é sempre muito especial.
Sei que o meu pai está presente na sua forma etérea em todas as vezes que por nós é falado e só isso importa.

Almocei demais, não estou a concretizar de todo o que me ocorre de momento, sinto-me entupida de comer.
Meu Deus, como sou alarve quando gosto duma refeição feita pela minha mãe.
Que delícia! A minha mãe preparou um rancho tipo dose industrial para vários dias que é uma classe: chicha de porco da boa e nada de gorduras que para além de detestar fazem muito mal, chouriço de carne bem suave, imenso grão de bico, que adoro muito, e massa do tipo macarrão.
Mama Mia! Isto sim é um manjar dos deuses, mas o pior vem depois de comer «ninguém se consegue mover»
...volto mais tarde!